Como explica o especialista, o trabalho efetuou uma comparação entre a preparação clássica com “dois braços em que, em ambos, o doente tomou um litro de uma solução de polietilenoglicol com ácido ascórbico”. A diferença entre os braços da investigação incidiu no momento da toma da preparação: o primeiro, foi feito no dia anterior ao exame e o segundo foi feito apenas no dia do exame, “já depois de confirmarmos que a cápsula se encontrava no intestino delgado”.
Esta técnica permitiu “uma melhor preparação intestinal e uma melhor observação da mucosa”, potenciando um melhor rendimento diagnóstico.
